Na defesa do pink anti-assédio feminino, e pró-love-story, o que a imprensa brasileira bloqueou, e a Globo idem, fez questão de ignorar, como as digitais e tvs influenciadas pelo canal brasileiro, como mídia impressa brasileira e online no país, lá fora, na Europa, o assunto era outro. E se a jornalista e fotógrafa de passarelas, moda de rua, celebridades internacionais mais música, Rosaly Queen, não era nada menos que o foco, a diaba que veste Prada saiu do lugar de Anna Wintour, e virou outra. Mais para angel que devil. Miuccia Prada fechou seu penúltimo desfile usando roupa rosa forte, num tom forte pró Love Story de quem usou a cor como defesa da bela jornalista e fotógrafa brasileira, que usou de vídeos de música, mais trechos de competições de tênis, para impulsionar o tenista espanhol Rafael Nadal a reocupar a posição de número 1 do mundo, e tomar de Roger Federer o lugar tão almejado, numa carreira estrelada. As duas estrelas, Roger e Nadal, amigos de longa data, o suíço disputando alfinetadas e guerras com Queen, acabou sendo abafado pela brasileira, que também conquistou a preferência de vários músicos internacionais, e fez com que o Roland Garros escolhesse nada acidentalmente um músico de renome, Roger Waters, para entregar a taça ao vencedor do torneio, que, claro, já sabiam que seria Nadal. Mesmo com o pulso inchado, ele tomou medicamentos e conseguiu se manter até a final, para, emocionado, levar o título e a colocação de "Supernatural" (Sobrenatural) pelo campeonato, pelo que aconteceu antes e durante o torneio francês, e pelo nome da agência de Queen, Almighty Agency, que inspirou fotos e atletas a posarem com as mãos para cima. A queda de amores de Nadal começou quando ele decidiu usar o tom rosa para defende-la do assédio de tvs brasileiras, por ser cristã, e mal interpretada por uma mídia preconceituosa, e pelo seu envolvimento anterior com Neymar Jr, jogador do PSG, e que não teria aceitado muito bem a substituição. Queen provou seu valor de brasileira entre os internacionais, e teria recusado ofertas por vestidos caros, defendido amor real e não como moeda de troca e recusado presentes em barganha contra outros tipos de sentimentos. Elogiada e criticada por celebridades, virou peça de guerra e de quem achou que poderia manipular sua atenção por algum tipo de jogada, e a cor se espalhou como camiseta e colete de treinos entre times do PSG e Juventus, este último, o atual de Cristiano Ronaldo, que teria, também, feito várias provocações. Miuccia posou com brincos de guitarra, mesmo que revistas de moda brasileiras, com 'corte' de editora global, tenham pulado o detalhe, propositalmente, para não espalhar a notícia e não conferir fama a Queen. Não teve jeito: várias coleções internacionais se inspiraram nela e nas cores que Nadal usou para a bela fotógrafa. Teve quem tentou tirar lasca da fama, posando com vestidos das marcas que usaram a influência de Queen, e da estória de conto de fadas, com tarimbo de canal de tv e atriz, mas, não foi muito bem sucedida. Tipo pegar carona na fama alheira. A tasca original, mesmo com marketing contrário, é de outra pessoa. Olé! (Foto: Getty/Reprodução) (Bruno Lopez)

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