quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Bonjovi no Brasil para shows de This House is not for Sale. Bonjovi in Brasil for This House is not for Sale.


Jon Bonjovi está no Brasil desde o dia 22, quando fez show em Recife, para mais uma ronda de sua turnê "This House is not for Sale". Dia 25, é a vez de São Paulo, no Allianz Parque, dia 27 em Curitiba, e 29 no Rock in Rio. Ela já postou fotos no Instagram, com a bandeira brasileira, e uma discreta cruz no pescoço, referência cândida e carinhosa a fã da banda. Não é? Com as mmãos para cima, emendou o meme do programa de Ellen Degeneres nos Estados Unidos, do quadro "Hands Up". E o que teve a Almighty Agency com isso, e meio mundo de atletas, e fotógrafos internacionais de agências selecionando fotos de atletas com as mãos para cima, não foi coisa exclusiva de Novak Djokovic. Em capa de revista. Cachê elevado, preços de fotos também, porque é de gente top da música, do mundo bizz, selecionada. Subindo os conceitos, e elevando o ritmo dos fãs, é hora de agitar, esquentar, levantar o humor mais ainda, e capturar energia para os shows seguintes. Durante décadas, a banda se sustentou com sucesso a pino, sem deixar cair a preferência. Coisa de estrelas verdadeiras, sem tantos estrelismos, com qualidade. Hands up! Ready? (Rosaly Queen) (Big NY Press) (Foto Reprodução)

Madonna apresenta show de novo álbum, Madame X, em Nova Iorque. New York and Madonna: she has a cell, audience, no.


A expressão "não dar ponto sem nó" se aplica e muito à cantora Madonna. Em seu novo álbum, e sua nova turnê, vários sentidos e inspirações implícitas não estão tão escondidos. A veste de noiva, as rosas no piano, a rosa preta do baile do Metropolitan Museum, em Nova Iorque, no ano passado, Maluma com a tattoo de coroa de rainha no pescoço. Repetições de símbolos, reinados de quem? 
As provocações com cruzes, a indumentária ao lado do designer Jean Paul Gaultier, um de seus preferidos, a tentativa de disfarce do óbvio. A cidade abandonada, de novo vídeo de Madame X (nem todos são 'próximos'), o negro com um tipo de possessão, igrejas espalhadas, abandonadas. God Control? Sim ou não, para ela? Se é ele, ou a manipulação que comanda e dirige a vida de várias pessoas via não-escrutínio de redes sociais, as fogueiras atuais de incendiar e de opiniões rápidas, a tentativa de denegrir, ruminar fofocas, repeti-las, acusar, jogar setas, tentar provocar, criar pensamentos confusos, guerras cibernéticas, com o uso constante do wi-fi e de celulares rápidos e modernos. Vida e desvida em menos de 1 hora e meia. O que vaza para a imprensa, e como. Que nome valida uma confusão, quem faz brincadeiras com o alheio, pelo puro prazer de dizer que validações reais, valores reais, não existem. A jogatina pela fama, pelo sucesso, pela visibilidade e pelo dinheiro, difamações para que quem está chamando a atenção no espontâneo caia, e alguém jogue poeira e lama junto com outro alguém, costurado pelo empurra de outrem, e quer achar que a sensação de vitória é dominar pelo sobrenome, ou minimizar alguém. A mídia que gosta do jogo, e acha que faz com que todos caiam no tabuleiro, inconsequente. Não é bem assim. Se ela tenta fazer um roteiro quase perfeito, se tornar X, e Madame pular para caprichos outros, e continuar, via rede anti-social, captulando material para fazer o que quiser, o elemento surpresa não fica tão sereno diante de reis. Madame-X, God Control, Beautiful Game. Jogo de quem? Controladora ou peça de uma mesa previamente montada? Mistérios, que não são tão mistérios. Ainda que um grupo distorça o sentido. (Rosaly Queen - Berlin at 9) (Madonna, Madame-X) (Foto Reprodução)